A superficialidade que nos impede compreender

superficialidade

A SUPERFICIALIDADE – EM SEUS MAIS DIVERSOS SIGNIFICADOS, NOS IMPEDE ENXERGAR E COMPREENDER QUEM ESTÁ AO NOSSO REDOR

Você já parou pra pensar quantas vezes já deixou de ler um livro por não ter gostado da capa? E quantas vezes você já leu um livro apenas por ter achado a capa e o título chamativos, mas acabou concluindo que o livro não se tratava do assunto, ou não atingiu as expectativas que você tinha acerca dele? Trazendo agora esta metáfora pro sentindo literal, nós, seres humanos, agimos tal qual esta situação. Isso se dá porque na maioria das vezes – pelos mais variados motivos, somos seres repletos de superficialidade, e por conseguinte, não nos dispomos a entender de fato quem é,  e o que acontece com a pessoa a qual acabamos de ver e julgar.

superficialidade
por Flora Borsi / Divulgação

Há no mundo bilhões de pessoas e temos que ter em mente não só que cada uma delas é diferente, como também que cada uma no seu íntimo, é muito mais do que aquela “primeira impressão” que ela nos deixa. Ela é também vivências, visões e emoções completamente diferentes e por inúmeras vezes não correspondentes com o que a mesma deixa transparecer para o mundo.

Dentro deste contexto se faz notório os vários pré julgamentos que fazemos corriqueiramente acerca da externalização do outro. Como por exemplo o fato de que julgamos uma pessoa que sempre está sorrindo, como sendo alguém extremamente feliz e sem problemas; ou quando julgamos que alguém é estressado porque você deu a “má sorte” de conhecê-lo bem no dia em ocorreu algo que lhe deixou emburrado, quieto e nada sociável.

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por Flora Borsi / Divulgação

Nossa visão superficial acerca do mundo nos leva a pré julgamentos que nos impedem de compreender o outro em sua completude. Nós apenas os vemos, ao invés de enxergá-los. Apenas reparamos erros pontuais, quando deveríamos entender todo um contexto. Enxergamos apenas as ondas, quando na verdade há todo um oceano dentro do outro a ser desbravado.

Se faz necessário em nós, portanto, a noção de que nem sempre a capa expressará todo o conteúdo de um livro. Que devemos abri-lo afim de entendê-lo e que, acima de tudo, devemos retirar daquela leitura coisas que nos farão entender o porquê do autor tê-lo escrito daquela forma. Para que possamos posteriormente ajudá-lo a escrever o próximo volume ou até ajudar a reescrevê-lo.

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